sexta-feira, 16 de julho de 2010

YES, a personificação do Rock Sinfônico.

O Yes foi formado em 1968 pelo vocalista Jon Anderson e pelo baixista Chris Squire. Squire já havia gravado um compacto em 1964 como membro do The Warriors, uma banda formada pelo seu irmão, Tony, e posteriormente gravou alguns compactos pela Parlophone Records sob o pseudônimo Hans Christian. Durante pouco tempo também foi membro da banda Gun e da The Syn, uma banda de rock psicodélico que gravou alguns compactos para a Deram Records. Após o fim do The Syn, Squire passou um ano dedicando-se a desenvolver sua técnica no baixo, altamente influenciado pelo baixista John Entwistle, do The Who. E então, em maio de 1968, ele conheceu Anderson em um clube noturno em Soho, chamado La Chasse, aonde Anderson estava trabalhando. Os dois possuíam um interesse em comum por harmonias vocais e começaram a trabalhar juntos no dia seguinte.

Desde o início, o Yes já era uma banda de músicos excelentes com objetivos ambiciosos. Peter Banks imediatamente ganhou a atenção de fãs e críticos, e os vocais harmoniosos de Anderson e Squire se tornaram uma imediata marca registrada da sonoridade do Yes. O ponto de vista otimista e vagamente futurista do mundo contribuía para uma sonoridade melódica, virtuosa e entusiasmada. Os destaques do álbum de estréia eram a versão jazzística de "I See You", do The Byrds e a faixa de encerramento "Survival", que demonstrava uma combinação de harmonias vocais com uma construção musical complexa.

A formação "clássica"


As gravações do Yes durante a década de 1970 ainda hoje são consideradas por muitos fãs como sendo o som clássico do Yes. Esses discos apresentam arranjos complexos com orientação de música erudita, marcações de tempo incomuns, musicalidade virtuosa, mudanças métricas dramáticas, dinâmicas e letras surrealistas. O repertório comumente excedia a estrutura padrão das canções pop de duração média de três minutos com suítes longas, algumas vezes com vinte minutos ou mais, fazendo da banda um dos carros-chefe do emergente rock progressivo. Versos com vocais alternavam-se com interlúdios instrumentais atmosféricos, passagens frenéticas e improvisos longos de guitarra, teclado e baixo. As marcas registradas deste período clássico são os vocais agudos e melódicos de Jon Anderson, os solos de guitarra e teclado de Steve Howe e Rick Wakeman, respectivamente, a bateria poliritmica de Bill Bruford (e, posteriormente, Alan White) e o baixo altamente melódico de Chris Squire, destacado pelo som de seu Rickenbacker RM1999.

Chris Squire foi um dos primeiros baixistas de rock a adaptar de forma bem-sucedida efeitos de guitarra para seu baixo, tais como tremolo, phasers e pedal wah-wah. A seção rítmica de Squire/Bruford e Squire/White é considerada por muitos como uma das melhores do rock daquele tempo.

Os dois primeiros discos do Yes uniam material original com covers de suas principais influências, incluindo Beatles, The Byrds e Simon & Garfunkel. A saída de Peter Banks em 1970 e a chegada de Steve Howe levou o Yes à novos pontos. O novo estilo emergente do grupo gerou seu próximo álbum, o bem-recebido pela crítica The Yes Album, que pela primeira vez consistia inteiramente de composições originais. Também foi o disco que iniciou a parceria com o produtor e engenheiro de som Eddie Offord, cuja habilidade com estúdio foi um elemento-chave na criação do som do Yes.

Em 1971, o tecladista Tony Kaye saiu da banda, vindo a formar depois sua própria banda, Badger. Apesar de ser um tecladista talentoso que contribuía com passagens memoráveis em seu órgão Hammond (particularmente nas clássicas "Everydays" e "Yours is No Disgrace"), Kaye não conseguia se equiparar à guitarra de Howe no que diz respeito aos improvisos. Ele foi substituído por Rick Wakeman, de treinamento clássico, que havia acabado de sair do The Strawbs e era um músico de estúdio notável, tendo tocado com David Bowie e Lou Reed. Wakeman trouxe os teclados a um nível tão alto quanto o da guitarra, uma situação rara para um grupo de rock.

Como um solista, Wakeman provou-se um perfeito colega para Howe. Ele também trouxe duas adições vitais para a instrumentação do grupo - o Mellotron (que Kaye se mostrava pouco à vontade em usar) e o sintetizador Minimoog. Seu visual no palco também era marcante: Wakeman era rodeado por vários teclados, e possuia um cabelo loiro longo e uma capa brilhante, ganhando ares de mago.

A primeira gravação dessa nova formação (Anderson, Bruford, Howe, Squire e Wakeman) foi uma interpretação dinâmica de dez minutos de duração de "America" de Paul Simon, originalmente do disco The Age of Atlantic, uma compilação de várias bandas da Atlantic Records. O excelente trabalho de órgão na música na verdade foi tocado por Bruford. Foi simultaneamente o fim de uma era - foi a última faixa não-original que a banda gravou - e o início de outra, demonstrando todos os elementos do novo Yes.

Com Wakeman à bordo, o Yes entrou naquele que muitos consideram como sendo seu período mais fértil e bem-sucedido, gravando dois discos muito bem recebidos. Fragile (1971) constou no Top 10 na América, assim como Close to the Edge (1972). O Yes gozou de enorme sucesso comercial e de crítica por todo o mundo e passou a possuir um dos shows mais populares da época. Eles também se valeram dos tremendos avanços na tecnologia para som ao vivo que surgiam na época, e eles eram renomados pela alta qualidade de som e iluminação no palco. Os dois discos se tornaram grandes marcos na história do rock progressivo. Inclusive, muitos consideram o álbum Close to the Edge como sendo o ponto máximo de todo o gênero.

Mudanças


Wakeman foi substituído pelo suíço Patrick Moraz para gravar Relayer em 1974. A vasta diferença entre as contribuições de Moraz para o Yes entre as de Wakeman foi mais uma novidade do que um desapontamento, sendo Moraz um músico de electric-jazz, mais voltado para experimentações e improvisos. Mais uma vez, o disco apresentava uma faixa que tomava um lado inteiro do vinil, "The Gates of Delirium", cuja seção "Soon" foi lançada como compacto, obtendo grande sucesso comercial no mundo todo, alcançando a primeira posição nas paradas espanholas e se tornando a primeira música representativa do Yes perante o grande público no Brasil. Após um longa turnê entre 1975 e 1976, cada membro lançou um álbum solo. Na mesma época, foi lançada a coletânea Yesterdays, contendo faixas dos dois primeiros discos e abrindo com "America".

O grupo deu início a sessões para um novo disco. Os eventos nesse período têm relatos incertos, mas é fato que após negociações, Rick Wakeman voltou para a banda como músico de estúdio. A confusão vêm de Moraz estando ou não no disco, afirmando que merecia crédito por grande parte da música presente no álbum resultante. Howe inclusive afirmou que a banda "tentou remover o máximo do Patrick das canções o tanto quanto era possível", o que dá a entender que ele de fato contribuiu para as sessões inciais. Todo o crédito dado à Moraz se resume a estar no topo da ambígua lista de agradecimento presente no encarte. Em todo caso, após ficar impressionado com o novo material Wakeman resolveu voltar como membro permanente. Apesar da faixa "Awaken", de quinze minutos, o álbum resultante, Going for the One, é basicamente composto por músicas curtas, incluindo "Wonderous Stories", lançada como single em 1977. Este disco e o próximo, Tormato (1978), feito com a mesma formação, obtiveram sucesso na árdua tarefa de passarem com alguma notoriedade durante o auge do movimento punk rock na Inglaterra, quando o Yes era muito critícado pela imprensa musical por ser um dos maiores expoentes dos excessos do rock progressivo feitos no início da década de 1970. Ironicamente, o Yes foi o que talvez melhor atravessou esse período, entre todas as bandas daquela época.

(texto retirado do Wikipédia).

BFD2 - Som de bateria com qualidade!!

A FXPansion (http://www.fxpansion.com/) é a criadora do BFD 2, na minha opinião, o melhor console de baterista acústica na atualidade. A interface da BFD 2 foi desenhada de forma a oferecer o máximo de poder e controle sobre a modelação de performances de bateria.


Gravado nos estúdios AIR em Londres, a biblioteca de som da BFD 2 combina realismo com uma qualidade de som sólida.

O motor de groove da BFD 2 oferece opções de edição avançada, funções de humanização e performance, para que possa criar peças de bateria com o máximo de realismo possível. É possível estruturar uma pista completa de bateria de uma música dentro da BFD2. Misture as suas baterias através de um sistema flexível com equalizador integrado, mesas de misturas, compressores e outros efeitos.
 
Vale a pena conhecer. Assista o video abaixo e tire suas prórpias conclusões.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

VST - O que "danado" é isso??!!

Há pouco mais de 1 ano, eu mergulhei no mundo da tecnologia VST graças ao grande amigo Attila Argay (baterista profissional que mora atualmente em Portugal. Na minha opinião um dos melhores baterista que já vi tocar). Eu e Attila tocamos juntos no final da década de 90 (mas essa é outra história...)

De volta ao tema, VST é a sigla de VIRTUAL STUDIO TECHNOLOGY, em outras palavras, você pode ter um estúdio de gravação no seu computador. Existem muitos, muitos, muitos softwares que utilizam essa tecnologia. Você tem a possibilidade de juntar todos os intrumentos no seu computador. Os melhores softwares são aqueles que tem sons SAMPLEADOS. Em música, SAMPLE ou ato de samplear, significa apropriar-se de um fragmento sonoro, como a voz de uma pessoa, um som de liquidificador, o canto de um pássaro, etc. Dessa forma, sons de instrumentos sampleados, são aqueles sons gravados de um instrumento verdadeiro. Complicou??? Vamos descomplicar.

Imagine o som de uma bateria. É possível termos o som digital, construído por um software, mas, se quisermos ter um som real ou próximo da realidade, precisaremos de um som gravado de uma bateria de verdade. Um exemplo de um VST de bateria com sons sampleados é a BFD2 da FXPANSION. Acesse o site da FXPANSION e escute você mesmo os sons fantásticos desse VST. Na minha opinião, o melhor som de bateria que existe no mercado. (http://www.fxpansion.com/index.php?page=53&tab=148 )

Alguns VST´s rodam stand alone (sozinhos e independentes), outros, você precisa acioná-los de dentro de algum software de produção como FL STUDIO, CUBASE, NUENDO, etc. Para os músicos que trabalham com composição e querem montar sua música sem precisar de uma banda, basta usar essa tecnologia, e será capaz de ter sua música com todos os instrumentos devidamente mixada e masterizada. É importante ter conhecimento também de tecnologia MIDI (tecnologia padrão de comunicação entre instrumentos), mas aí, é outra história que trataremos mais a frente.

Nas próximas postagens falarei sobre os VST´s que uso e mergulharemos mais nesse fantástico mundo tecnológico. Até a próxima!!!

MÚSICA, um deleite para os ouvidos

A música por si só se basta!!! Ela é pura poesia e existiria independentemente da existência do ser humano sobre a terra, pois, os pássaros seriam os principais emissários da linguagem musical. A música é tão importante em nossas vidas que exprime nosso estado de humor, nossas histórias, nossos momentos.

Olhe para uma foto qualquer. Olhe-a novamente escutando uma boa música. Certamente você perceberá que a música dará vida e movimento a essa foto. A música faz com que milhões de pessoas grudem seus ouvidos diariamente nos rádios; representa nascimento e despedida; aproxima os apaixonados; alegra as festas. A música tem sua própria categoria na premiação mais importante do cinema, o OSCAR.

A música revelou e revela verdadeiros gênios da composição, homens e mulheres capazes de harmonizar de maneira sublime letra, melodia e arranjos.

Meu dia começa com música, e o seu??!!